ATUALIDADES





Professora é afastada por ter pedido que alunos escrevessem cartas de suicídio

Suposto 'exercício de redação' foi denunciado por pai de um dos adolescentes.

12 de dezembro de 2012 | 12h 45

Uma professora francesa foi suspensa por ter supostamente pedido a seus alunos, de entre 13 a 14 anos de idade, que escrevessem uma redação no formato de carta de suicídio, explicando as razões da decisão de tirar a própria vida.
Autoridades locais disseram que a professora trabalha na escola secundária de Montmoreau-Saint-Cybard, na região de Charente, no oeste da França.
Ela deve permanecer afastada de suas funções enquanto o conselho de educação local decide sobre uma possível punição.
A redação teria sido solicitada ainda em outubro, mas o caso só veio à tona agora após uma carta anônima de um dos pais dos alunos, que ficou revoltado com o episódio.
Segundo o jornal local La Charante Libre, a professora, cujo nome não foi divulgado, teria pedido aos alunos que se imaginassem como um jovem de 18 anos que se suicidou.
"Na última hora, você decidiu explicar seus motivos", teria dito a professora aos alunos, segundo a denúncia de um dos pais dos adolescentes. "Fazendo um autoretrato, você vai descrever sua falta de amor próprio. Seu texto vai fazer um apanhado geral dos fatos na sua vida que levaram a esse sentimento", teria instruído a professora.
Jean-Marie Renault, diretor acadêmico da região de Charente, confirmou que a professora foi suspensa e que será solicitado que ela explique o que estava tentando fazer.
"Se é verdade que a questão do suicídio foi colocada nos mesmos termos que foram reportados, é algo no mínimo surpreendente", disse.
Uma aluna, entretanto, disse à agência de notícias France Presse que houve um exagero nos relatos sobre o caso, e que a professora havia pedido que eles somente "imaginassem que não se sentiam bem".

 
 BBC Brasil

          
      O espírito trais nos recônditos da memória os registrosdesuasvivências,experiências. Imaginemos se dentro desse grupo de alunos existem pessoas que trazem em si  ainda o sentimento de culpa por ter cometido esse equivoco em algum momento de suas reencarnações? O que poderia ter acontecido? 
      De acordo com o que sabemos através da Doutrina Espírita, essas lembranças viriam a tona inconscientemente e poderiam trazer resultados desastrosos para esses jovens e muito mais pra essa professora. 
      Não sabemos as intenções dessa professora, mas temos que tomar cuidado com a orientação e educação que damos as nossas crianças, sendo nós profissionais, pais, evangelizadores, enfim, responsáveis temporários ou permanente dessas crianças.

 Por Cristina

 
 _________________________________________________________________



Tentativas de suicídio aumentam na Grécia com agravamento da crise

23 de novembro de 2012 | 14h 09

O número de pessoas na Grécia que tentam suicídio está subindo conforme a crise econômica se aprofunda, de acordo com dados oficiais.
Houve 677 tentativas de suicídio em 2009, 830 em 2010 e 927 em 2011, informou o ministro da Ordem Pública, Nikos Dendias, em uma resposta por escrito ao questionamento de parlamentares.
Esse número deve aumentar este ano, com 690 incidentes registrados pela polícia até 23 de agosto de 2012. Contudo, os números não esclarecem quantas dessas tentativas de fato levaram à morte.
Um farmacêutico aposentado de 77 anos se tornou um símbolo de angústia nacional ao se matar com uma arma em frente ao Parlamento, em Atenas, em abril. Ele deixou uma nota dizendo que se recusava a procurar por alimentos no lixo.
A Grécia caminha para o sexto ano de recessão em 2013.
A crise deixou um em cada cinco gregos sem trabalho e o Produto Interno Bruto diminuiu em um quinto. Muitos gregos culpam os cortes de gastos e os aumentos de impostos exigidos pelos credores a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional pela sua situação.

(Reportagem de Harry Papachristou)
Informações retiradas de estadao.com.br/internacional.


Por Cristina
 "Brilhai a vossa luz!"
 _____________________________________________________________




Depressão o conceito:

Abaixamento de nível, resultante de pressão ou peso; baixa de terreno ou ainda, abatimento, físico ou moral, letargia. Aurélio Buarque de Holanda Ferreira.

Os aspectos ou significados apresentados pelo ilustre dicionarista servem, admiravelmente, ao estudo proposto, embora o objetivo seja o determo-nos no último referido, aquele que caracteriza o estado moral de abatimento, de tristeza.1
Sabemos que a depressão é a maior causa de suicídio. E só que está passando ou já passou por essa enfermidade sabe como é difícil explicar o tamanho do vazio que ela causa, a vontade de nada, o vácuo, por motivos variados ou por nenhum motivo aparente.
Temos nos perguntado então, quem poderá contrair ou desenvolver a depressão?
Segundo Izaias Claro:
“Pessoas de todas e quaisquer condições, em princípio, podem contrair tal moléstia.
Esta enfermidade pode, assim, afetar crianças, adolescentes, jovens, pessoas na madureza da vida e também idosas.
Pode, outrossim, afetar ricos e pobres, cultos e ignorantes, encarnados e desencarnados, brancos, negros, amarelos, em suma, filhos de todas as nações.
Deste modo, pessoa alguma, em princípio, seja qual for a sua condição, está livre de padecer deste terrível mal.”1
Estando cientes do perigo e dos males que a depressão nos causa, partimos para o seguinte princípio: CURA.
Como curar a depressão? Sim, porque ela tem cura! E não somos nós quem dizemos, no Livro dos Espíritos questão 909, Kardec pergunta aos espíritos se o homem pelos seus esforços poderia vencer suas más inclinações e eles respondem: “Sim, e, frequentemente, fazendo esforços muito insignificantes. O que falta é a vontade Ah! Quão poucos dentre vós fazem esforços!”
Como medir esse esforço?
É claro que aqui não estamos falando do outro, mas de nós mesmos, da nossa luta diária para nos mantermos bem.
Não fique transferindo a responsabilidade integral, pelo que lhe sucede, aos outros ou às circunstâncias.

Aceite esta verdade: em você está a causa principal de sua depressão.
Convença-se de que é a sua condição íntima que determinará se isto ou aquilo o arrastará ou não ao estado de tristeza. É por este motivo que as pessoas tendem a se comportar de forma diferente diante de uma mesma ocorrência.
Se você compreender e aceitar esse fato, mais facilmente conseguirá curar-se a si mesmo. Enquanto permanecer na atitude imatura ou comodista de transferir para o exterior (aos outros ou às circunstâncias) a responsabilidade exclusiva pelo que lhe sucede, sua melhora demorará a chegar, porque, não detectada/reconhecida a causa profunda, você ficará na periferia, na superfície do problema.
Para que você se ajude com eficiência, realize o seu autodescobrimento. Ou seja, auto-examine-se para tentar perceber onde estão os seus pontos fracos e o que o deprime. Com isto, você poderá estabelecer um programa de recuperação íntima, tornando-se forte nos pontos fracos e dominando os fatores que o afligem.1

Continuaremos, juntos, estudando e buscando a cura, a auto-cura para essa moléstia tão grave que nos impede de ver beleza nas mínimas coisas da vida.

1-    Izaias Claro no seu livro Depressão: causas, consequências e tratamento. Da Casa editora O Clarim.

Por Cristina


_____________________________________________________


PORQUE FALAR SOBRE O SUICÍDIO?

 Trouxemos aqui uma pesquisa realizada pelo Centro Latino Americano de Estudos sobre Violência e Saúde Jorge Careli (CLAVES) da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz e financiada pelo programa INOVA/ENSP da mesma instituição, para nos precavermos diante de tamanha violência. 
 Essa investigação multicêntrica e organizada por meio de uma rede de pesquisadores teve o objetivo estratégico de compreender a magnitude e a significância do suicídio na população brasileira acima de 60 anos, de tal forma que sua própria realização e a socialização dos dados colhidos e analisados sejam apropriados pelos profissionais de saúde, de assistência social e de direitos humanos.
O estudo foi realizado no período de 2010 a 2012 e contemplou uma dimensão de magnitude (abordagem epidemiológica) e outra de aprofundamento (abordagem qualitativa psicossocial). 
Do ponto de vista epidemiológico, a pesquisa abrangeu todos os idosos com 60 anos ou mais, que faleceram por suicídio num período de 1980 a 2009 no país.
O trabalho de campo foi sempre realizado por duas pessoas, seja para que os pesquisadores pudessem se apoiar mutuamente nos encontros com os familiares, frente a um tema tão difícil, seja para que pudessem trocar idéias e atuar de forma reflexiva nas discussões posteriores.
Condizente com todo o conhecimento universal sobre suicídio em qualquer idade, as mulheres idosas têm mais ideação e produzem mais tentativas de dar cabo à vida; os homens são os que mais chegam ao ato final.


Processo de aproximação e encontro com os familiares

Cada grupo em sua localidade utilizou meios diferentes para marcação das entrevistas. Muitos, a partir dos dados secundários, fizeram visitas aos familiares, tratando pessoalmente de um possível encontro; outros enviaram cartas e esperaram respostas que em alguns casos vieram e noutros não; outros utilizaram o telefone e o fizeram várias vezes. Na maioria dos casos, os vários procedimentos foram realizados simultaneamente, visando a garantir os encontros. Tendo em vista as esperadas dificuldades, os pesquisadores tinham uma listagem de famílias até 10 vezes maior do que o necessário para atender ao número previsto no protocolo de pesquisa.
Em nove dos dez municípios, as entrevistas ocorreram nas residências, o que facilitou a observação desse micro universo. Numa das localidades, por dificuldades no acesso físico às casas, os encontros foram realizados ou no lar de algum parente ou em seus locais de trabalho. Em geral, os depoimentos foram gravados. Quando isso não foi possível porque os familiares preferiram apenas falar sobre o ocorrido sem que houvesse gravação, fizemos anotações durante a conversa e seu imediato e minucioso registro posterior à entrevista, comparando o que a dupla de pesquisadores havia escrito.
Ao chegar, os pesquisadores discorriam resumidamente sobre o sentido e o objetivo do estudo, utilizando linguagem do senso comum e mostrando a seus interlocutores como seu depoimento poderia contribuir direta ou indiretamente para a pesquisa como um todo, para a comunidade e para a própria família. Alguns denominaram essa conversa inicial como “aquecimento”, ou seja, ela consistia numa introdução que visava a perceber se os possíveis entrevistados tinham disponibilidade emocional para a conversa e a criar um clima compreensivo e respeitoso.
Como sabemos, teoricamente e na prática, desde os primeiros momentos de contanto, os entrevistados vão construindo uma identidade para o pesquisador, por isso toda a orientação foi para que se apresentassem de forma accessível, verdadeira e transmitissem confiança. A menção à instituição responsável pela pesquisa, no caso, a Fundação Oswaldo Cruz aliada à Universidade ou Centro de Pesquisa de pertencimento de cada pesquisador foi muito importante para dar segurança às famílias.
À medida que os objetivos do trabalho foram se clareando para os familiares que aceitaram dar entrevista, as conversas em geral fluíam. Pela delicadeza das situações, mesmo quando conseguíamos romper as barreiras, a cautela e a forma cuidadosa de abordar o assunto continuavam. O fato dos pesquisadores terem grande habilidade com trabalhos de campo favoreceu as articulações e as abordagens. Muitos tiveram o privilégio de entrevistar os familiares que acompanharam os idosos nos últimos momentos.
Durante as entrevistas, muitos familiares mostravam a casa, fotos e pertences do idoso e o lugar onde ocorrera o ato suicida. Por exemplo, na região Sul, onde a maioria das mortes aconteceu por enforcamento e dentro dos galpões que guardam alimentos e ferramentas agrícolas, muitos entrevistados faziam questão de levar lá os pesquisadores. Houve o caso de um filho que mostrou o tronco de uma árvore cortada por ele, revoltado com o ato de seu pai, pois fora nela que o idoso havia amarrado a corda para se matar.
Como acontece em qualquer trabalho de campo, houve familiares que contaram as histórias com tantos detalhes que quase não foi necessário utilizar o roteiro, já outros, davam respostas lacônicas sobre o acontecido, tendo sido bastante penosa a comunicação. Tomamos o cuidado de buscar vários pontos de vista sobre o mesmo fato, conforme recomenda a literatura, pois sua dimensão trágica provoca manifestações de sentimentos e vivências múltiplas (dor, raiva, tristeza, fechamento, depressão, por exemplo) e várias interpretações, inclusive contraditórias às vezes.
Mesmo quando se ouvem vários depoimentos sobre um mesmo caso, alguns autores ressaltam que existe um limite quanto à fidedignidade dos relatos, pois os familiares tendem a ocultar aspectos que não gostariam de ver revelados. Sobre esse ponto, é importante salientar que em qualquer estudo de cunho qualitativo os investigadores sabem que nunca encontrarão a verdade, uma vez que os depoimentos são sempre uma reflexão sobre o acontecido e sob determinado ponto de vista. Se isso é o que ocorre no trato de qualquer tema de pesquisa quanto mais na abordagem de uma questão tão polêmica e tão cercada de tabu como o suicídio. Por isso, a análise das entrevistas realizadas durante e no momento posterior ao trabalho de campo levou em conta, não uma idéia do discurso verdadeiro e, sim, a versão dos entrevistados em intersubjetividade com os investigadores.
Apesar de o projeto prever uma única entrevista, na maioria dos casos ocorreu mais de um encontro porque consideramos que voltar aos lares seria uma forma não só de aprofundar a compreensão do fato como também de demonstrar compaixão e colaborar no alivio do sofrimento dos parentes. Ao todo entrevistamos 84 familiares, sendo 62 mulheres e 22 homens. Depois de cada encontro, a dupla de pesquisadores fazia uma reflexão compreensiva e crítica do caso, dos procedimentos adotados, dos pontos que deveriam ter sido tratados e não foram e dos que mereceriam mais ênfase. Igualmente, fizemos, por escrito anotações sobre os aspectos observados quanto ao contexto.
Como já foi dito, os sentimentos que em geral, acompanham a realização das entrevistas são imprevisíveis. Por exemplo, em Fortaleza, houve o caso do irmão de um dos idosos que se prontificou a contar a história e as circunstâncias, mas a família decidiu interromper a entrevista porque outra irmã que participava do encontro ficou muito emocionada e transtornada. Em Manaus, ao contrário, a filha de um senhor que falecera por suicídio comentou sobre sua grata surpresa de poder, pela primeira vez, falar sobre a morte do pai. E ao final, ressaltou que estava se sentindo muito bem e aliviada por falar sem ser julgada, o que para ela constituiu uma oportunidade inesperada. Situações semelhantes e variadas aconteceram durante todo o estudo empírico.
Todos os pesquisadores de campo são pessoas com maturidade acadêmica e emocional, com experiência em psicologia, antropologia, enfermagem, serviço social e saúde pública. Mesmo assim, o suicídio enquanto tema de estudo e a escuta das histórias concretas, geralmente, gerou-lhes grande impacto e comoção. No entanto, o apoio mútuo e o próprio acolhimento dos familiares dos idosos favoreceram os contatos.

Repercussões da pesquisa sobre os pesquisadores
Todos os pesquisadores de campo são pessoas com maturidade acadêmica e emocional, com experiência em psicológica, antropologia, enfermagem, serviço social e saúde pública. Mesmo assim, o suicídio enquanto tema de estudo e a escuta das histórias concretas, geralmente, gerou-lhes grande impacto e comoção. No entanto, o apoio mútuo e o próprio acolhimento dos familiares dos idosos favoreceram os contatos.

Por Cristina


Leia mais
_______________________________________________________________________


Homossexualidade

A Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, realizou um estudo sobre a relação entre a orientação sexual e o suicídio entre jovens. Os resultados mostraram que os homossexuais têm mais probabilidade de praticar o ato... (leia mais)
Bem sabemos da necessidade de uma sociedade igualitária para todos, onde nossos direitos sejam respeitados, e principalmente, onde nossa opinião, e maneira de ver o mundo, seja respeitada. O preconceito é uma trave nos olhos de quem só vê as dificuldades alheias. Filho do orgulho, esse mostro corrói a nossa sociedade e nos mata aos poucos por dentro. Há pouco tempo um jovem cometeu suicídio por ter sua privacidade invadida pelo colega de quarto, que gravou e publicou na internet momentos de intimidade sua e de seu namorado nos EUA (leia mais). E eu me pergunto até quando vamos continuar desrespeitando nosso próximo? Até quando vamos “padronizar” os comportamentos e ser intolerantes ao comportamento alheio?
Além de toda essa questão social sobre preconceito, temos também o suicídio. Quantos foram induzidos pela não aceitação, ou pela rejeição, por ser e ter um comportamento diferenciado da maioria? Por ser magro, gordo, negro, índio, gay, alto, baixo enfim...
E para aqueles que se sentem minoria e acham que o melhor é escapar da vida dizemos:
Antes de tudo, a vida não acaba. Somos seres imortais em vidas materiais. Devemos buscar em nós nossas motivações pra viver, nosso lugar ao sol, não o sol que ilumina o belo planeta Terra, mas esse nosso Sol interior que ilumina nossa vida, e o Sol que é Jesus, nos convidando a pensar mais e a perceber que em tudo há um propósito. Vamos ser honestos e reconhecer que o pior preconceito é o auto-preconceito, somos filhos de Deus e devemos agir como tal. Sempre há com quem possamos contar, mesmo que este alguém seja invisível aos nossos olhos. Nos momentos de crise e aflição oremos a Deus e Ele certamente já terá enviado seu mensageiro para nos auxiliar e consolar! Nada de autopiedade, somos mais do que podemos imaginar! E temos um Pai que nos ama infinita, e incondicionalmente! O arco-íris só vem após a tempestade!





Brilhai a vossa luz!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comentários e sugestões